- Fernando Farinha - Não Cortes o Teu Cabelo
- Fernando Farinha - A Todos o Que é de Todos
- Fernando Farinha - Menina do Rés do Chão
- Fernando Farinha - Destino Marcado
- Fernando Farinha - Aquarela Fadista
- Fernando Farinha - Belos Tempos
- Fernando Farinha - Eterna Amizade
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sexta-feira, 28 de abril de 2017
Fernando Farinha - Lista de Letras
quarta-feira, 26 de abril de 2017
quinta-feira, 20 de abril de 2017
Fernando Farinha - Eterna Amizade
P'las mãos de minha mãezinha
Andei nos tempos de então
Hoje, como está velhinha
É ela que anda p'la minha
Faço a minha obrigação
Quase que perdeu o tino
Pobre mãe, como mudou
Que coisas há no destino
Eu agora é que lhe ensino
Tudo o que ela me ensinou
Toda a radiosa alegria
Na sua alma é defunta
Ela que tudo sabia
E que tudo me dizia
Hoje tudo me pergunta
Agora só peço a Deus
Que neste mundo d'escolhos
Quando ela fôr para os céus
Seja eu quem feche os olhos
Àquela que abriu os meus.
Linhares Barbosa / Joaquim Campos (Fado Tango)
In the hands of my mother
I walked in the times of then
How old is she today?
She's the one who walks by mine.
I do my duty
You almost lost your touch
Poor mother, how have you changed?
What things are there in destiny?
I now teach you
Everything she taught me
All the radiant joy
In his soul is defunct
She knew everything
And that everything told me
Today everything asks me
Now I only pray to God
That in this world of dregs
When she goes to heaven
Be the one who closes my eyes.
To the one who opened mine.
Linhares Barbosa / Joaquim Campos (Fado Tango)
Fernando Farinha - Belos Tempos
Belos tempos, que eu vivi
Com oito anos de idade
Quando no fado apareci
Ambição, sonho querido
Em que eu fiz desta canção
O meu brinquedo preferido
De muito novo
Assentei praça no fado
E com as praças antigas
Aprendi a ser soldado
Passei a pronto
Fiz do fado a minha luta
E agora tenho saudade
De quando era recruta
Belos tempos, quem me dera
Voltar à velha unidade
Do retiro da severa
Ter ainda, o carinho
Desse grande comandante
Que se chamava armandinho
Ver novamente, cantadores e cantadeiras
Naquele grupo valente
Que deu brado nas fileiras
E ouvir também
Alguém chamar na parada
Pelo "miúdo da bica"
E eu responder à chamada
Fernando Farinha / Julio Sousa (Fado Loucura)
Beautiful times, that I lived
At age eight
When in fado I appeared
Ambition, dream, dear
What I did with this song
My favorite toy
From very young
I settled on fado
And with the old squares
I learned to be a soldier
I went to the ready
I made my fight from fado
And now I miss it
From when I was a recruit
Beautiful times, I wish
Back to old unit
From the retreat of the severe
To still have, the affection
From this great commander
What was the name of Armandinho?
See you again, singers and singers
In that brave group
Who shouted in the ranks
And listen too
Someone calling in the parade
By "Bica Kid"
And I answer the call
Cifra:
Am F E Belos tempos, que eu vivi
Com oito anos de idade
Am
Quando no fado apareci
F E
Ambição, sonho querido
Em que eu fiz desta canção
Am A7
O meu brinquedo preferido
Dm
De muito novo
Am
Assentei praça no fado
F E
E com as praças antigas
Am A7
Aprendi a ser soldado
Dm
Passei a pronto
Am
Fiz do fado a minha luta
F E
E agora tenho saudade
Am
De quando era recruta
Belos tempos, quem me dera
Voltar à velha unidade
Do retiro da severa
Ter ainda, o carinho
Desse grande comandante
Que se chamava Armandinho
Ver novamente, cantadores e cantadeiras
Naquele grupo valente
Que deu brado nas fileiras
E ouvir também
Alguém chamar na parada
Pelo "miúdo da bica"
E eu responder à chamada
INSTRUMENTAL
E ouvir também
Alguém chamar na parada
Pelo "miúdo da bica"
E eu responder à chamada
Fernando Farinha - Não Cortes o Teu Cabelo
Não cortes o teu cabelo
Porque eu gosto dele assim
Se aos mais não agrada vê-lo
Penteia-te só pra mim
Se aos mais não agrada vê-lo
Penteia-te só pra mim
Se por mim tens afeição
Ouve bem o meu apelo
Não cortes Maria não
Não cortes o teu cabelo
Não cortes Maria não
Não cortes o teu cabelo
O teu cabelo é mais bonito
E a moda triste em mim
Faz tranças, faz carrapito
Porque eu gosto dele assim
Faz tranças, faz carrapito
Porque eu gosto dele assim
Tens sonhos de beleza
Nas ondas do teu cabelo
É de inveja com certeza
Se aos mais não agrada vê-lo
É de inveja com certeza
Se aos mais não agrada vê-lo
Deixa o mundo andar á roda
Com penteados sem fim
Deixa o mundo andar á roda
Com penteados sem fim
Penteia-te á minha moda
Penteia-te só pra mim
Penteia-te á minha moda
Penteia-te só pra mim
Rosa Alves / Domingos Costa (Fado Plágio)
Do not cut your hair
Because I like him so.
If it does not please you to see it
Comb you alone for me
If it does not please you to see it
Comb you alone for me
If you have affection for me
Listen to my call
Do not cut Maria not
Do not cut your hair
Do not cut Maria not
Do not cut your hair
Your hair is more handsome
And the sad fashion in me
Make braids, screw
Because I like him so.
Make braids, screw
Because I like him so.
Do you have dreams of beauty?
In the waves of your hair
It's envy sure
If it does not please you to see it
It's envy sure
If it does not please you to see it
Let the world ride
With endless hairstyles
Let the world ride
With endless hairstyles
Comb your fashion
Comb you alone for me
Comb your fashion
Comb you alone for me
Fernando Farinha - A Todos o Que é de Todos
Sempre que me vou deitar
Antes do sono me dar
Trago o mundo à minha mente
E sem sabe-lo entender
Sofro por ele não ser
Igual para toda a gente
E perante tal visão
Que me aperta o coração
Choro quem, por mal estranho
Cumpre uma sina daninha
Sem ter cama como a minha
E uma casa como eu tenho
Sempre que à mesa me sento
Na hora em que me alimento
Logo a ideia me salta
Que embora simples manjar
Estou eu a saborear
Aquilo que a muitos falta
Neste mundo sem sentir
Não deviam existir
Situações tão desiguais
Nem grandes nem tão pequenos
Nem tantos terem de menos
Nem outros terem demais
Onde está o nosso Deus
Que é pelo bem dos filhos seus
Que não quer fome nem guerra
Porque andará Deus assim
Tão esquecido, sem por fim
Às desgraças que há na terra
Ó Deus se és tão milagroso
Põe no mundo ambicioso
A tua divina mão
Traz à terra o doce bem
De não faltar a ninguém
Casa, paz, amor e pão.
Fernando Farinha / Carlos da Maia (Fado Perseguição)
Whenever I go to bed
Before sleep give me
I bring the world to my mind
And without knowing how to understand
I suffer because he is not
Same for everyone
And in the face of such a vision
That squeezes my heart
I cry who, for stranger's sake
Fuck You
Without having a bed like mine
It's a house like I have.
Whenever I sit down at the table
At the time I feed myself
The idea soon jumps
That although simple delicacy
I'm enjoying it
What many are missing
In this world without feeling
Should not exist
Unequal situations
Neither big nor so small
Not so many have less
Neither others have too much
Where is our God?
That it is for the sake of their children
Who does not want hunger or war
Why does God walk like this?
So forgotten, without end
To the misfortunes that are in the land
O God, if you are so miraculous
Put in the ambitious world
Your divine hand
Brings sweet earth well
Do not miss anyone
Home, peace, love and bread.
segunda-feira, 14 de novembro de 2016
Fernando Farinha - Menina do Rés do Chão
Fernando Farinha
Tom: A
Introdução: F#m C#7 F#m C#7 F#m E7
I
A E7
Menina do rés do chão
Menina do rés do chão
A
Não tenha a janela aberta
Não tenha a janela aberta
E7
Menina do rés do chão
Menina do rés do chão
A C#7
Não tenha a janela aberta
Não tenha a janela aberta
F#m C#7
Olhe que o meu coração
Olhe que o meu coração
F#m
Anda sem morada certa
Anda sem morada certa
C#7
Olhe que o meu coração
Olhe que o meu coração
F#m E7
Anda sem morada certa.
Anda sem morada certa.
II
A E7
Menina do rés do chão
A
Veja lá tenha cautela
Veja lá tenha cautela
E7
Menina do rés do chão
Menina do rés do chão
A C#7
Veja lá tenha cautela
Veja lá tenha cautela
F#m C#7
Não abra o seu coração
Não abra o seu coração
F#m
Como abre a sua janela
Como abre a sua janela
C#7
Não abra o seu coração
Não abra o seu coração
F#m E7
Como abre a sua janela.
Como abre a sua janela.
III
A E7
É prova que desconcerta
A
Mas confesso acho piada
Mas confesso acho piada
E7
É prova que desconcerta
É prova que desconcerta
A C#7
Mas confesso acho piada
Mas confesso acho piada
F#m C#7
Ter sempre a janela aberta
Ter sempre a janela aberta
F#m
E a porta sempre fechada
E a porta sempre fechada
C#7
Ter sempre a janela aberta
Ter sempre a janela aberta
F#m E7
E a porta sempre fechada.
E a porta sempre fechada.
IV
A E7
Nem rés do chão,nem andar
A
Me servem p’ra habitação
Me servem p’ra habitação
E7
Nem rés do chão,nem andar
Nem rés do chão,nem andar
A C#7
Me servem p’ra habitação
Me servem p’ra habitação
F#m C#7
O que eu preciso, é morar
O que eu preciso, é morar
F#m
Dentro do seu coração
Dentro do seu coração
Bm
O que eu preciso é morar
O que eu preciso é morar
C#7 F#m C#7 F#m
Dentro do seu coração.
Dentro do seu coração.
Fernando Farinha - Destino Marcado
Letra: Fernando Farinha
Intérprete: Fernando Farinha
Tom:Abm
Intro: Abm Eb7
I
Abm Eb7
O fado tem não sei quê
Abm
Que prende a vida da gente
Eb7
Um nada que se não vê
Abm
Um tudo que a gente sente
Eb7
Um nada que se não vê
Abm
Um tudo que a gente sente
II
Abm Eb7
Eu dei a vida a valer
Abm
Nada mais podia dar
Eb7
Agora para viver
Abm
Vivo sim, mas a cantar
Eb7
Agora para viver
Abm
Vivo sim, mas a cantar.
III
Abm Eb7
Tinha o destino marcado
Abm
Pois logo de pequenino
Eb7
Fiz o destino dum fado
Abm
O fado do meu destino
Eb7
Fiz o destino dum fado
Abm
O fado do meu destino
IV
Abm Eb7
Se a tristeza ao fado assiste
Abm
E o fado assim extasia
Eb7
Prefiro ser sempre triste
Abm
Pra não morrer de alegria
Eb7
Prefiro ser sempre triste
Abm
Pra não morrer de alegria
V
Abm Eb7
A minha vida renasce
Abm
Neste meu canto magoado
Eb7
A minha vida renasce
Abm
Neste meu canto magoado
Eb7
Cada um é pra o que nasce
Abm
E eu nasci para o fado
Eb7
Cada um é pra o que nasce
Abm Eb7 Abm
E eu nasci para o fado
Fernando Farinha - Aquarela Fadista
Fernando Farinha
Tom:A
Intro: A E7 A E7 A
I
A E7
Meia-luz sombras bizarras
A
Um tom plangente e magoado
E7
Atenção gemem guitarras
A
Silêncio canta-se o fado
E7
Atenção gemem guitarras
A
Silêncio canta-se o fado
II
A E7
Nas toscas mesas de pinho
A
Xailes negros e samarras
E7
Canjirões copos de vinho
A
Meia-luz sombras bizarras
E7
Canjirões copos de vinho
A
Meia-luz sombras bizarras
III
A E7
A viela está dormindo
A
Um sono curto e pesado
E7
A viela está dormindo
A
Um sono curto e pesado
E7
E as guitarras vão carpindo
A
Um tom plangente magoado
E7
E as guitarras vão carpindo
A
Um tom plangente magoado
IV
A E7
Na taberna há burburinho
A
E a pôr fim ás algazarras
E7
Alguém avisa baixinho
A
Atenção gemem guitarras
E7
Alguém avisa baixinho
A
Atenção gemem guitarras.
V
A E7
E a noite mãe da desgraça
A
Escurece mais um bocado
E7
E a noite mãe da desgraça
A
Escurece mais um bocado
E7
Como a dizer a quem passa
A
Silêncio canta-se o fado
E7
Como a dizer a quem passa
A
Silêncio canta-se o fado.
Instrumental: A E7 A E7 A
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