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sábado, 29 de abril de 2017
sexta-feira, 28 de abril de 2017
Aldina Duarte - À Espera de Redenção
Fiz minha casa ao relento
De cinzas, a minha cama
Sem abrigo, como o vento
Sem destino, como a chama
Fiz as pazes com a guerra
Fiz punhais de grandes mágoas
Sem remorsos, como a terra
Sem limite, como as águas
Dei fim a tudo o que quero
Para voltar ao início
Fiz da crença, desespero
Do caminho, precipício
Fiz do gesto, a desmedida
Da perdição, o meu norte
Sem sentido, como a vida
Sem regresso, como a morte
Fiz da terra o meu tormento
Do fogo, devastação
Como as águas, como o vento
Sem rumo nem direcção
Fiz do vazio pensamento
À espera de redenção.
De cinzas, a minha cama
Sem abrigo, como o vento
Sem destino, como a chama
Fiz as pazes com a guerra
Fiz punhais de grandes mágoas
Sem remorsos, como a terra
Sem limite, como as águas
Dei fim a tudo o que quero
Para voltar ao início
Fiz da crença, desespero
Do caminho, precipício
Fiz do gesto, a desmedida
Da perdição, o meu norte
Sem sentido, como a vida
Sem regresso, como a morte
Fiz da terra o meu tormento
Do fogo, devastação
Como as águas, como o vento
Sem rumo nem direcção
Fiz do vazio pensamento
À espera de redenção.
Manuela de Freitas e Pedro Rodrigues (Fado Pedro Rodrigues)
I made my house in the open
From ashes to my bed
Homeless, like the wind
Without destiny, as the flame
I made peace with the war
I made daggers of great sorrows
Without remorse, like the earth
Unlimited, like waters
I have finished everything I want
To go back to the beginning
I became of the belief, despair
From the path, cliff
I made the gesture, the unreasonable
From destruction, my north
No sense, like life
No return, like death
I made the earth my torment
From fire, devastation
As the waters, as the wind
No direction or direction
I made empty thinking
Waiting for redemption.
quarta-feira, 26 de abril de 2017
Aldina Duarte - Ai meu amor se bastasse
Ai Meu Amor se BastasseSaberes que eu te amo tantoE cada vez que eu cantasseAi meu amor se bastasseSaberes que é por ti que eu canto
Ai meu amor se bastasseO que a cantar eu consigoE mesmo que eu não cantasseAi meu amor se bastasseO que a falar eu não digo
Ai meu amor se bastasseEu saber que não te bastaE na vida que eu gastasseA Cantar eu reparasseQue a nossa vida está gasta
Se o que eu tenho p'ra te darQuando eu canto te chegasseSe isso pudesse bastarSe me bastasse cantarAi meu amor se bastasse."Manuela de Freitas / Pedro Rodrigues (Fado Pedro Rodrigues 5ª)Oh my love, enoughYou know that I love you so muchAnd every time I sangMy love, if it were enoughYou know it's because of you that I sing
My love, if it were enoughWhat can I sing?And even if I did not singMy love, if it were enoughWhat I say, I do not say
My love, if it were enoughI know that it is not enough for youAnd in the life I spentTo sing I noticedThat our life is spent
If what I have to give youWhen I sang you would arriveIf that could be enoughIf I could just singOh my love was enough. "Manuela de Freitas / Pedro Rodrigues (Fado Pedro Rodrigues 5th)
Cifra:
Intro: Fm Cm G# G Cm Fm Cm G Cm
Cm G# G G# G
Ai meu amor se bastasse
Cm
Saberes que eu te amo tanto
Fm Cm
E cada vez que eu cantasse
G# G
Ai meu amor se bastasse
Cm
Saberes que é por ti que eu canto
Cm G# G G# G
Ai meu amor se bastasse
Cm
O que a cantar eu consigo
Fm Cm
E mesmo que eu não cantasse
G# G
Ai meu amor se bastasse
Cm
O que a falar eu não digo
Cm G# G G# G
Ai meu amor se bastasse
Cm
Eu saber que te não basto
Fm Cm
E da vida que eu gastasse
G# G
A cantar eu reparasse
Cm
Que a nossa vida está gasta
Cm G# G G# G
Se o que eu tenho pra te dar
Cm
Quando eu canto te chegasse
Fm Cm
Se isso pudesse bastar
G# G
Se me bastasse cantar
Cm
Ai meu amor se bastasse
Enviado por : João Santos
sexta-feira, 31 de março de 2017
Aldina Duarte - Cessar-Fogo
Ai, que amargura tão grande
Foi vê-la ali, qual assombro
Essa amiga do passado
Que roubou o meu amante
E ainda levou o ombro
Em que eu queria ter chorado
Falou-me de peito aberto
Vinha pedir-me perdão
Contar que o tinha deixado
Depois de ter descoberto
Sem ter havido traição
Que ele nunca a tinha amado
Foram erros sobre enganos
Mas é a ti que ele quer
Disse-me ela, arrependida
Se puderes esquecer os danos
Vai ter com ele, mulher
Já esperou demais a vida
Amiga, estás perdoada
Respondi eu com carinho
Mas, entre nós, ouve bem
Desse homem não quero nada
Deixá-lo ficar sozinho
Quem tudo quer, nada tem
Maria do Rosário Pedreira / Pedro Rodrigues
Oh, what bitterness is so great.
It was to see her there,
This friend from the past
What stole my lover?
And still took the shoulder
I wish I had cried
Spoke me with open chest
He came to ask me for forgiveness.
To tell you that you had left him
Once you have discovered
Without being betrayed
That he had never loved her
They were mistakes about mistakes
But it's you he wants
She told me regretfully
If you can forget the damage
Go to him, woman
You've waited too long for life.
My friend, you are forgiven.
I responded with affection
But among us, listen well
I do not want anything from this man.
Let him be alone
Whoever wants everything, has nothing
domingo, 12 de março de 2017
Carlos Barra - Não Voltes
Letra: Moita Girão / Música: Pedro Rodrigues
Carlos Barra
Novamente a caminhar
Na poeira dos meus passos
Não ves que eu ando a fugir
A fugir de te encontrar
Novamente nos meus braços.
Desde o dia em que abalaste
O jardím do nosso amor
A saudade não se mede
As rosas murcham na aste
Os cravos perdem a cor
E os lirios morrem á sede.
E o inverno se avizinha
Eu já não sou como era
Cai tanta neve em meu peito
Não pode ser andorinha
Que volta na primavera
Ao ninho que deixou feito.
Sabes que não sei mentir
Se hoje só te posso dar
Um coração em pedaços
Não vês que eu ando a fugir
A fugir de te encontrar
Novamente nos meus braços.
Versão : Jorge Fernando
Linda Leonardo - Pressentimentos
Pressentimentos
Tiago Torres da Silva / Pedro Rodrigues
Repertório de Linda Leonardo
Pressinto que há no meu peito
Um amor tão magoado;
Que ás vezes, quando me deito
O fado sente o direito
De se deitar a meu lado
Pressinto uma madrugada / Se dos teus olhos me acudo
E a minha alma cansada / Parece não dizer nada
Mas em silêncio diz tudo
Pressinto que sopra o vento / Na tua alma, á noitinha
E é nesse pressentimento / Que sem saber, eu invento
Uma dor maior que a minha
Tenho o fado por instinto / E a dor por condição
Por isso, não sei se minto / Quando digo que pressinto
O teu, no meu coração
Mas dia a dia vou indo / Sózinha, de rua em rua
E enquanto vou pressentindo / A saudade vai unindo
A minha tristeza á tua
Repertório de Linda Leonardo
Pressinto que há no meu peito
Um amor tão magoado;
Que ás vezes, quando me deito
O fado sente o direito
De se deitar a meu lado
Pressinto uma madrugada / Se dos teus olhos me acudo
E a minha alma cansada / Parece não dizer nada
Mas em silêncio diz tudo
Pressinto que sopra o vento / Na tua alma, á noitinha
E é nesse pressentimento / Que sem saber, eu invento
Uma dor maior que a minha
Tenho o fado por instinto / E a dor por condição
Por isso, não sei se minto / Quando digo que pressinto
O teu, no meu coração
Mas dia a dia vou indo / Sózinha, de rua em rua
E enquanto vou pressentindo / A saudade vai unindo
A minha tristeza á tua
"Pressentimentos"
Lyrics(poema): TIAGO TORRES DA SILVA
music(musica): "Fado Pedro Rodrigues"
Director Musical: MARINO DE FREITAS
Vídeo: Jorge Ganhão
Carminho - Nunca é Silêncio Vão
Nunca é Silêncio Vão (Fado Pedro Rodrigues)
Carminho
Nunca é silencio vão
Esse que tenho contigo.
Pensando nós no que for
Só sei que sinto o amor
Quando te calas comigo.
E lá ficamos os dois
De mãos dadas no meu carro.
Consolas-me sempre assim
Calado junto de mim
Vendo as tristezas que varro.
E por mais que explique bem
O que vai no coração,
É do nada que vem tudo,
Nesse teu olhar tão mudo
Nunca há silencio vão.
Carminho
Nunca é silencio vão
Esse que tenho contigo.
Pensando nós no que for
Só sei que sinto o amor
Quando te calas comigo.
E lá ficamos os dois
De mãos dadas no meu carro.
Consolas-me sempre assim
Calado junto de mim
Vendo as tristezas que varro.
E por mais que explique bem
O que vai no coração,
É do nada que vem tudo,
Nesse teu olhar tão mudo
Nunca há silencio vão.
segunda-feira, 14 de novembro de 2016
Carlos do Carmo - Duas Lágrimas de Orvalho
Fadista : Carlos do Carmo
Tom: Gm
Intro: Cm Gm D7 Gm
Gm D7
Duas lágrimas de orvalho
Caíram nas minha mãos
Gm Cm
Quando te afaguei o rosto
Gm
Pobre de mim pouco valho
D7
Para te acudir na desgraça
Gm Cm
Para te valer no desgosto.
Gm
Pobre de mim pouco valho
D7
Para te acudir na desgraça
Gm
Para te valer no desgosto
Gm D7
Porque choras não me dizes
Não é preciso dizê-lo
Gm Cm
Não dizes eu adivinho
Gm
Os amantes infelizes
D7
Deveriam ter coragem
Gm Cm
Para mudar de caminho
Gm
Os amantes infelizes
D7
Deveriam ter coragem
Gm
Para mudar de caminho
Gm D7
Por amor damos a alma
Damos corpo damos tudo
Gm Cm
Até cansarmos na jornada
Gm
Mas quando a vida se acalma
D7
O que era amor é saudade
Gm Cm
E a vida já não é nada.
Gm
Mas quando a vida se acalma
D7
O que era amor é saudade
Gm
E a vida já não é nada.
Gm D7
Se estás a tempo recua
Amordaça o coração
Gm Cm
Mata o passado e sorri
Gm
Mas se não estás continua
D7
Disse-me isto minha mãe
Gm Cm
Ao ver-me chorar por ti.
Gm
Mas se não estás continua
D7
Disse-me isto minha mãe
Gm D7 Gm
Ao ver-me chorar por ti.
domingo, 16 de outubro de 2016
Ana Moura - Caso Arrumado
Não te via há quase um mêsChegaste e mais uma vezVinhas bem acompanhadoSentaste-te à minha mesaComo quem tem a certezaQue somos Caso Arrumado
Ela não me queria ouvirMas tu pediste a sorrirO nosso Fado preferidoFiz-te a vontade canteiE quando á mesa volteiEla já tinha saído
Não é a primeira vezQue começamos a trêsEu vou cantar e depoisO nosso Fado que eu cantoÉ sempre remédio santoAcabamos só nós dois
Eu sei que tu vais voltarPara de novo te livrarDe um caso sem soluçãoVou cantar o nosso FadoFica o teu caso arrumadoO nosso caso é que não
Manuela De Freitas / Pedro Rodrigues
Cifra:Tom: F
Intro:Gm Dm A7 Dm Gm Dm Bb A Dm
Dm A#º A
Não te via há quase um mês
Chegaste e mais uma vez
Dm
Vinhas bem acompanhado
Gm Dm
Sentaste-te à minha mesa
A#º A
Como quem tem a certeza
Dm
Que somos caso arrumado
Gm Dm
Sentaste-te à minha mesa
A#º A
Como quem tem a certeza
Dm
Que somos caso arrumado
A
Ela não me queria ouvir
Mas tu pediste a sorrir
Dm
O nosso fado preferido
Gm Dm
Fiz-te a vontade, cantei
F6 A7
E quando à mesa voltei
Dm
Ela já tinha saído
Gm Dm
Fiz-te a vontade, cantei
F6 A7
E quando à mesa voltei
Dm
Ela já tinha saído
A
Não é a primeira vez
A#º A
Que começamos a três
Dm
Eu vou cantar e depois
Gm Dm
O nosso fado que eu canto
F6 A
É sempre remédio santo
Dm
Acabamos só nós dois
Gm Dm
O nosso fado que eu canto
F6 A
É sempre remédio santo
Dm
Acabamos só nós dois
Bb7 A
Eu sei que tu vais voltar
A#º A
Para de novo te livrar
Dm
De um caso sem solução
Gm Dm
Vou cantar o nosso fado
F6 A
Fica o teu caso arrumado
Dm
O nosso caso é que não
Gm Dm
Vou cantar o nosso fado
Bb A
Fica o teu caso arrumado
Dm A Dm
O nosso caso é que não
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