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sexta-feira, 21 de abril de 2017
quinta-feira, 20 de abril de 2017
sábado, 1 de abril de 2017
Katia Guerreiro - A Cidade Saudade
Quando as pedras do caminho
vão chorando de mansinho
por te ver já de partida
E a cidade estende os braços
com a saudade dos teus passos
pro fundo de uma avenida
Fica tudo tão de frente
para o tempo e derrepente
toda a cidade é só minha
Presa na margem do rio
sou como um barco vazio
rumo ao futuro sozinha
E as palavras que eu invento
da tristeza do momento
de te ver partir agora
São palavras são carinhos
são os restos dos espinhos
do nosso amor que demora
E a cidade entristecida
dorme a noite recolhida
porque a lembrança é sorrir
Como quem espera em ternura
que um dia a nossa procura
possas voltar sempre aqui
Como quem espera em ternura
que um dia a nossa procura
possas voltar sempre aqui
vão chorando de mansinho
por te ver já de partida
E a cidade estende os braços
com a saudade dos teus passos
pro fundo de uma avenida
Fica tudo tão de frente
para o tempo e derrepente
toda a cidade é só minha
Presa na margem do rio
sou como um barco vazio
rumo ao futuro sozinha
E as palavras que eu invento
da tristeza do momento
de te ver partir agora
São palavras são carinhos
são os restos dos espinhos
do nosso amor que demora
E a cidade entristecida
dorme a noite recolhida
porque a lembrança é sorrir
Como quem espera em ternura
que um dia a nossa procura
possas voltar sempre aqui
Como quem espera em ternura
que um dia a nossa procura
possas voltar sempre aqui
When the stones of the path
Go crying softly
For seeing you already leaving
And the city stretches out its arms
Missing your steps
To the bottom of an avenue
It's all so front
For the time and suddenly
The whole city is mine alone.
Stuck on the river bank
I'm like an empty boat
To the future alone
And the words that I invented
Of the sadness of the moment
To see you leave now
These are words that are affectionate.
Are the remains of the thorns
Of our delaying love
And the city saddened
Sleep the night gathered
Because the memory is smiling
As one who waits in tenderness
That one day our search
Can you always come back here?
As one who waits in tenderness
That one day our search
Can you always come back here?
sexta-feira, 31 de março de 2017
Aldina Duarte - Amor em Dó Maior
Passa o tempo e não apaga
A memória que a semente
Guarda da mão que a plantou
Quem diz que o amor se acaba
Ou quer esconder o que sente
Ou nunca na vida amou
Eu tive um amor tão grande
Que quando o perdi, não nego
Já não quis amar ninguém
E, por mais que a razão mande
Meu coração ficou cego
Aos encantos de quem vem
Quem nunca esconde o que sente
Vai contar hoje essa história
De um amor que não vingou
Passa o tempo, e a semente
Guarda consigo a memória
Da mão que um dia a plantou
Quem nunca esconde o que sente
Não pode esquecer a história
Desse amor que não vingou
Maria do Rosário Pedreira/Casimiro Ramos (Fado Três Bairros)
Spends the time and does not turn off
The memory that the seed
Guardian of the hand that planted it
Who says love is gone
Or you want to hide what you feel
Or never in life did you love
I had such a great love.
That when I lost it, I do not deny it
I did not want to love anyone anymore
And no matter how much reason
My heart went blind
To the charms of those who come
Who never hides what he feels
You will tell this story today.
Of a love that did not avenge
Pass the time, and the seed
Keeps your memory in
From the hand that once planted it
Who never hides what he feels
Can not forget the story
Of this love that did not avenge
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